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O GED na área de saúde: como funciona?

13/03/2019

Hoje, não há mais a menor possibilidade de concebermos processos, rotinas administrativas e fluxos de trabalho (workflows) sem a presença direta e intrínseca de plataformas ou recursos tecnológicos - em empresas de diversos portes e segmentos.

A gestão e controle desses processos por meio da tecnologia da informação - como é o caso do ged (gestão eletrônica de documentos) - permitem a criação de indicadores que apresentam o adequado diagnóstico da saúde financeira, no caso, de empresas dos ramos hospitalar e saúde.

As ferramentas tecnológicas são empregadas não somente para a melhor destinação dos recursos financeiros e sua administração - mas também - para toda a cadeia operacional desses sistemas. Pacientes, usuários e stakeholders (público de contato) percebem, no dia a dia, os avanços significativos que tais inovações possibilitaram às atividades conexas e de atenção à saúde.


Prontuário eletrônico

Existe, hoje, um número significativo de soluções em prontuário eletrônico do paciente. Os nomes são os mais variados possíveis, como: Prontuário Eletrônico do Paciente, Prontuário Eletrônico Online, Web Sistema Médico, Prontuário Médico Eletrônico, dentre outros.

Segundo pesquisa realizada pela empresa de consultoria Accenture, a utilização de prontuários eletrônicos cresceu vertiginosamente nos últimos anos. A maioria, inconteste, dos entrevistados acredita que a utilização desta plataforma digital contribuiu diretamente com a redução no tempo de consulta de pacientes. Outro dado importante acerca da pesquisa diz respeito a como os médicos (que utilizam o prontuário em suas rotinas) interagem com a tecnologia. Em um espaço amostral de 500 profissionais da saúde, 70% relataram que possuem a destreza necessária para lidar com a plataforma.


PLS 167/2014

O Projeto de Lei do Senado 167/2014 - “autoriza o armazenamento eletrônico dos prontuários dos pacientes” - estabeleceu que prontuários médicos podem ser digitalizados ou microfilmados - e certificados digitalmente - passando a ter mesmo valor legal que prontuários originais. Por sua vez, a partir da validação digital do documento, a sua versão em papel poderá ser descartada.
 

“Percebe-se com isso que, com a tecnologia da informação tomando conta das rotinas burocráticas das áreas da saúde, a gestão de pacientes ficou mais ágil e eficiente - com menores chances de erros”

 

GED e documentos na saúde

A Acervo “bate” na mesma tecla e reitera: empresas só existem porque possuem documentos. Da mesma forma que uma pessoa física, empresas dos segmentos hospitalar e saúde tramitam, gerenciam, armazenam e distribuem um volume expressivo de documentos em papel e arquivos físicos.

Quando falamos em gestão em saúde, é evidente que precisamos observar melhores práticas e procedimentos nas rotinas: burocráticas, operacionais e técnicas. No caso, em questão, o que está em jogo são o tratamento e o cuidado dispensados ao paciente durante a sua estada no ambiente clínico.

Por esses motivos, armazenar e preservar grande quantidade de documentos e arquivos (que muitas vezes poderiam ser descartados), além de diminuir o espaço físico que poderia ser destinado a novas instalações e equipamentos - geram morosidade, perdas de eficiência e desempenho, insegurança no trato com o documento e perda de qualidade no atendimento ao cliente.

 

Como sabemos, a Gestão Eletrônica de Documentos da Acervo, além de otimizar o uso do espaço físico, permite:
 

- Redução dos tempos de busca e recuperação de documentos e arquivos;

- Acesso aos documentos para dois ou mais usuários simultaneamente;

- Consolidação e convergência de vários acervos a interface única para o usuário;

- Melhorias e ajustes constantes no software de workflow para a excelência do gerenciamento de documentos;

- Maior legibilidade de documentos danificados ou deteriorados pelo tempo;

- Eliminação de perdas por equívoco ou redundância no armazenamento.
 

O GED é assim: o sistema digitaliza documentos em papel, os transformando em arquivos digitais; trata cada um desses arquivos, de modo que as incongruências sejam eliminadas e se tornem uniformes - fazendo a respectiva catalogação e o seu correto armazenamento. Todo o processo acontece por intermédio de um scanner, software específico e servidores em nuvem.
 

 

Outras vantagens da Tecnologia da Informação aplicada à Saúde


A impressão de diversos tipos de exame de imagem (armazenados digitalmente) em substituição aos tradicionais filmes radiológicos - por exemplo - é uma realidade cada vez mais arraigada às práticas médicas.

O armazenamento digital desses exames reduz drasticamente o custo de salvaguarda quando comparado a exames ainda em filme radiológico. Além disso, pelo fato desses exames - agora - estarem disponibilizados em arquivos digitais, o acesso remoto aos seus teor e conteúdo possibilita diagnósticos mais rápidos e precisos.

 

“Com o atual processamento e análise do diagnóstico médico, vidas podem ser salvas muito mais rapidamente”

 

Outra vantagem da TI, quando pensamos em diagnóstico clínico, é o registro de todas as informações médicas do paciente em documentos impressos em papel com a finalidade da guarda pelo próprio paciente. Com isso, reduzimos o custo da impressão de laudos médicos em até 80%. Reflexo disso, é a velocidade com que os exames médicos são liberados ao paciente.

Pudemos verificar que a Gestão Eletrônica de Documentos, como ferramenta estratégica da Tecnologia da Informação aplicada, sobretudo, à Saúde, desempenha função de destaque em processos, rotinas e fluxos de trabalho - garantindo resultados precisos, ágeis e…

 

[...] ajudando a salvar vidas!  

 

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